domingo, 24 de fevereiro de 2008

500 professores formam associação contra novo estatuto

A internet fez surgir uma nova associação de professores. Um grupo de docentes reuniu contactos electrónicos e, este sábado, reuniu pela primeira vez nas Caldas da Rainha onde lançaram a base para uma Associação Nacional de Professores em Defesa da Educação.

TSF ( 00:23 / 24 de Fevereiro 08 )

Ao todo são 500 docentes. O porta-voz deste grupo, Mário Machaqueiro, revela que a primeira acção é recorrer aos tribunais contra o processo de avaliação dos professores.

«Hoje nasceu a nova associação e o nosso principal objectivo é contestar judicialmente o estatuto da Carreira Docente, pelo menos naqueles pontos que colidem com direitos constitucionalmente adquiridos», explicou à TSF.

Falta agora constituir formalmente a Associação Nacional de Professores em Defesa da Educação.

12 comentários:

Anónimo disse...

Espero que se caminhe no sentido da união de todos os professores ou, pelo menos, a maior parte.
Acho que já temos sindicatos até demais.
Precisamos do seu apoio mas não de subjugação! Concordo com movimentos civicos.

Anónimo disse...

Vamos continuar unidos, colegas! Unidos, nada temos a temer!

Nuno Silveira

Mónica disse...

Agora não vamos voltar atrás como já em tempos (recentes) aconteceu. Vamos em frente de cabeça erguida, cores a rigor e acima de tudo com a consciência de que depende de todos nós a mudança.

Ricardo Silva disse...

Colegas,
A prova de que a união faz a força começa a revelar-se.

Vamos em frente!!!

Anónimo disse...

Sinto e vejo que há uma revolta na nossa sociedade contra esta politica na Educação, na qual ensinar fica para segundo plano. Aquilo que é mais importante para os nossos governantes são dados estatisticos, aplicam nas escolas modelos de gestão de empresas. Espero que os colegas se unam contra esta Ministra, que deve ter um trauma qualquer com os Professores.

Anónimo disse...

Vamos em frente contra este Ministério! Mas será muito perigoso constituir mais uma associação sindical pois já temos sindicatos que baste. isso só servirá para dividir e não para unir e dar mais trunfos aos nossos inimigos. Será preferível a constituição de uma associação cívica que dê mais força aos sindicatos, nomeadamente a Fenprof. E todos à manif de dia 8 de Março - há que rebentar com este Estatuto antes que ele rebente connosco.
Em frente!

Anónimo disse...

A união faz a força...
E finalmente, parece haver união entre os professores.
Estou com voçês...
Só uma coisa...Espero qu não se esqueçam do problema do "Exame de Admissão", parece-me que o problema da avaliação está a abafar este.
Não temos só o problema da Avaliação...Espero que também ajudem os contratados nesta etapa...
Força...

Anónimo disse...

A palavra "revoltados" é um pouco forte para começarmos a sermos ouvidos ao mais alto nível.

Ricardo Silva disse...

Ninguém se esquece dos contratados, podes estar certo disso. Conheço a fundo o decreto regulamentar nº 3/2008 que consagra o exame de admissão. Também ele deve ser contestado, pois é mais um verdadeiro ataque aos professores, que fizeram uma licenciatura e um estágio e já andam a dar aulas há vários anos. Ainda para mais da forma como está estruturado é uma autêntica vergonha!!! Este exame vem desacreditar por inteiro as universidades e a formação inicial de professores. É mais uma provocação deste governo aos professores!!!

Anónimo disse...

Parabéns à intervenção no programa "Pós e Contras".
Foram os únicos que conseguiram tocar na feriada, "O facilitismo".
É o mais óbvio, mas o mais dificil de aceitar.
Parabéns.
Estou com voçês...
E dia 8 de Março, lá estarei na Manifestação.

monica martins disse...

APEDE é uma realidade a partir de hoje. Mais do que nunca vamos mostrar a força cívica e sem partidarismos, colorismos ou outros ismos. Simplesmente sem complicações!!

Anónimo disse...

Continuem, continuem, para que todo o País possa confirmar aquilo de que já se suspeitava, a falta de nível a todos os títulos) dos professores que alinham (e só esses) nesta chuchadeira.
Com os elevados gastos na educação (em percentagem do PIB) e os péssimos resultados obtidos, querem que o desbarato prossiga.....um bocadinho, só um bocadinho, de bom senso não lhes ficava mal!