quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

INSCREVE-TE e PARTICIPA! 08 MARÇO.

AUTOCARROS GRÁTIS!

O MovimentoProfessoresRevoltados aceita inscrições para irmos a Lisboa manifestar a nossa REVOLTA. PARTICIPA!

Partida de RIBEIRÃO (V N Famalicão)
08h00


ENVIA-NOS OS TEUS DADOS COM O TEXTO
INSCRIÇÃO NO AUTOCARRO PARA LISBOA
(Nome/Telemóvel/e-mail)
PARA:
movimentoprofessoresrevoltados@gmail.com

VAMOS LUTAR!
DIA 8 de MARÇO VAMOS TODOS PARA LISBOA
REENVIA
para TODOS
os teus contactos
com o propósito de mobilizar TODO O CORPO DOCENTE.

80 comentários:

RS disse...

Peço o vosso APOIO professores do MPR para uma LUTA que esta a ser esquecida e que ninguém parece querer referir.

- A Prova de Ingresso na carreira (O tal exame de nota miníma);
- A fachada nas Ofertas de Emprego;
- As condições actuais de precariedade dos Contratados.

Dia 08 tem de ser um dia diferente para Contratados...

Tb "queremos" ser Professores.

José Luiz Sarmento disse...

Infelizmente, e com grande pena minha, não vou poder estar lá. Mas não quero deixar de saudar este grande movimento a favor do ensino e contra a encenação do sucesso.

Anónimo disse...

É verdade...
A prova de acesso é uma vergonha...
Para quê então o Estágio? Que agora nem remunerado é?
Todos à luta..
Todos a Lisboa no dia 8 de Março...
Isabel

Laurentina disse...

COLEGAS A LER...
http://www.rupturafer.org/spip.php?article125
SAUDAÇÕES E UMA VEZ POR TODAS ESTEJAMOS UNIDOS.
SOMOS TODOS PROFESSORES INDEPENDENTEMENTE DO POSICIONAMENTO NA CARREIRA.

Anónimo disse...

Temos que lutar por tudo!!!!! Com a história das avaliações fomos deixando para trás assuntos de extrema importância como o congelamento das carreiras. Ouvi a ministra a dizer que dinheiro não era problema para o ministério da educação... ou foi impressão minha???? Pudera, com o tempo que a nossa carreira está congelada, já deu para amealhar uns largos milhões. Já chega não?????
De uma vez por todas vamos ser um grupo coeso e unido!!!! Basta de lutarmos uns contra os outros, como eles querem que façamos.
Dia 8!!!!!!! Todos de luto!!!!!
M*

Anónimo disse...

staremos solidários


http://inopinatum.wordpress.com/

Vítor Ramalho disse...

Como pai e como Presidente de uma Associação de Pais estou convosco.

Anónimo disse...

Para quem não viu.... Muito bem!!!!

http://educar.wordpress.com/2008/02/24/ana-drago-ataca-de-novo/

M*

fm disse...

Aveiro - 3000 na manif! Números da polícia!

professor suplente disse...

Se a intenção do Min-Edu é complicar a vida dos professores e da escola, colocando professores contra professores, pois seria esse o resultado de todo o processo se se viesse a concretizar, pois a avaliação entre pares é inaceitável. A ser regra, teríamos então ministros a avaliar desempenho de ministros (com quotas), etc.

Vamos então, se o Min-Edu teimar nesta asneira, reivindicar o seguinte: já que titulares vão avaliar não titulares, os titulares devem reivindicar o direito de assistir às aulas que entenderem dos titulares para "aprenderem" a respeitar todos os infinitos parâmetros da grelha. Todos, sem excepção devem exigir esse direito e solicitar as planificações de aula dos colegas titulares para assim verificarem o que é um exemplo de planificação e preenchimento de requisitos da "grelha".

Vamos difundir esta ideia em força antes do dia 8, para mobilizarmos todos os professores e sociedade civil para esta aberração que querem impor na escola, fazendo-a implodir.

Laurentina disse...

Caros colegas

Atenção:


O Público, na sua página da web: http://www.publico.clix.pt/ está a promover

um inquérito onde se questiona se o actual processo de avaliação de professores devia ser suspenso durante este ano lectivo.

Toca a votar

Laurentina disse...

O país é pequeno e tudo se acaba por saber. Esta está demais...
Falei ontem com um colega socialista que esteve na reunião com o 1ºM e MLR e estava indignado porque quando alguém perguntou onde os professores avaliadores iriam arranjar horas para avaliar, assistir às aulas e todo o lado burocrático do processo, a ministra respondeu que não havia qualquer problema porque os professores avaliadores eram professores titulares, portanto com muita experiência, e já não perdem tempo a preparar as suas aulas...
Como diria Fernando Pessa:
"E esta, hein?"

Ana C. disse...

Em relação à mobilização em Lisboa dia 1 de Março, 16 horas no IPJ, podem confirmar-me se é o IPJ em Moscavide?

Localização/contactos
Via de Moscavide 47 101
Lisboa
1998 LISBOA EXPO
Tel.: 218 920 800
Fax: 218 920 808
E-mail: ipj.lisboa@ipj.pt
Na zona norte da Expo a 300m da Estação Gare do Oriente. Autocarros - 5, 10, 25, 44, 114 e 208

???????????????????????????????????

Obrigada

Diana disse...

Caros professores essa dos autocarros grátis lembra-me a celebre frase,não há almoços grátis

Helena disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
JF - Um Professor também muito revoltado!!! disse...

Gostaria de divulgar aqui uma ideia que me anda com frequência a passar pela cabeça...
Imaginem o seguinte: e se começassemos a CUMPRIR SOMENTE O NOSSO HORÁRIO - 08:00 DIÁRIAS CUMPRIDAS INTEGRALMENTE NAS ESCOLAS? Sendo que obviamente NÃO LEVARIAMOS NENHUM TRABALHO PARA CASA (devo aqui ressalvar que em nenhum momento a qualidade do nosso trabalho junto dos nossos alunos deve ser posta em causa!), mas, SÓ FARIAMOS AQUILO QUE FOSSE POSSÍVEL FAZER NA ESCOLA DURANTE O EXPEDIENTE, tais como as actividades burocráticas que em nada implicam com a qualidade das aulas, a preparação dos testes NOS COMPUTADORES DAS ESCOLAS (os materiais e equipamentos que temos em casa, devo lembrar que, quem não é professor e eventualmente consulte esta página, são nossos e não do estado!), FAZER TODAS AS IMPRESSÕES DE DOCUMENTOS NAS ESCOLAS,etc.
Agora imaginem o que aconteceria, se TODOS NÓS EM MASSA E UNIDOS PARA VENCER, procedessemos desta forma!
- Apenas as actividades lectivas decorreriam com normalidade, provavelmente com muito mais qualidade;
- Todas as outras actividades ficariam mais e mais atrazadas, sendo impossível realizá-las em tempo útil, DENTRO DO NOSSO HORÁRIO DE EXPEDIENTE;
- A entrega dos testes seria adiada todo o tempo necessário para ser possível corrigí-los DENTRO DO NOSSO HORÁRIO DE EXPEDIENTE;
- Não seria possível realizar as reuniões de avaliação em tempo útil, uma vez que não existiam elementos de avaliação porque não tivemos tempo disponível DENTRO DO NOSSO HORÁRIO DE EXPEDIENTE;
- Toda e qualquer reunião só poderia ser marcada DENTRO DO NOSSO HORÁRIO DE EXPEDIENTE, caso contrário exigiríamos o PAGAMENTO DE HORAS EXTRAS, ou não compareceriamos;
- ........., muitas mais situações poderiam ser aqui colocadas,....
A beleza de tudo isto é que NADA NEM NINGUÉM NOS PODERIA TOCAR, pois EM NENHUMA LEI ESTÁ ESCRITO que temos que trabalhar FORA DO NOSSO HORÁRIO DE EXPEDIENTE, nem que temos que ADQUIRIR MATERIAL E EQUIPAMENTO CARÍSSIMO com o produto do nosso vencimento, para trabalhar para outrém!!!!!!
TUDO ISTO SERIA FEITO DENTRO DOS TERMOS DA LEI, logo SERIAMOS INTOCÁVEIS!!!!!!!!!
Claro que para termos legitimidade para tal procedimento teriamos que abdicar das folgas concedidas pela pausa lectiva, não se esqueçam que não são férias, se não abdicarmos delas agora a nosso favor, daqui a um ano ou dois seremos forçados a isso pelo ministério!!!
No entanto, como não há bela sem senão, é necessário requerer o apoio dos sindicatos para as eventuais represálias e como factor aglutinador e divulgador desta, que seria sem dúvida a maior manifestação que poderiamos fazer!!!!!!!!!

Anónimo disse...

e os profs que ainda fazem testes à máquina, à mão ou que são fotocópia de fotocópia também estão incluídos?

e os profs que não dão testes - evt, ed fisica...

Anónimo disse...

Não queremos outra ministra da educação.
Queremos outra política para a educação.


Basta!!!!!!!!!!!
de congelamento...
Basta!!!!!
de aproveitar o congelamento para aumentar o nº de anos nos escalões
Basta!!!!
de concursos para titulares...
Basta!!!!!!!
de provas de ingresso na carreira..
Chega!!!!!
de pseudo avaliações de desempenho

Estamos Fartos!!!

Quanto a quem nos quer dividir...
Sem comentários.....

Vamos encher as ruas
e nas reuniões também é importante deixar registado em actas o que pensamos...

JF - Um Professor também muito revoltado!!! disse...

Agora é o momento!
Devemos juntar forças e mostrar a todos que a razão está do nosso lado... TUDO DENTRO DA LEI...
Esta é a derradeira forma de luta, todas as outras estão gastas e obsoletas!
POR FAVOR DIVULGEM, convençam os nossos colegas para que JUNTOS TENHAMOS A FORÇA, convençam os nossos Sindicatos a movimentarem-se neste sentido...


NÃO SE ENCONTRA PUBLICADO EM NENHUMA LEI A MANIFESTA OBRIGATORIEDADE DE TRABALHAR FORA DO EXPEDIENTE UTILIZANDO RECURSOS ADQUIRIDOS A TÍTULO PESSOAL!!!


Esta é a única forma de causar entropia no sistema nacional de educação e atingir os nossos objectivos!!!!


DIVULGUEM A TODOS OS COLEGAS E INSISTAM COM OS DELEGADOS SINDICAIS, DE NORTE A SUL ESTA É A ÚNICA SOLUÇÃO


TUDO FEITO DE FORMA LEGAL

JF - Um Professor também muito revoltado!!! disse...

Deixemo-nos de divisões sem sentido, deixemos de observar apenas o nosso umbigo!
Deixemos de comparar grupos disciplinares com cariz diferênciado!
Deixemos de nos dividir!

NESTA LUTA SOMOS TODOS IGUAIS

--- SOMOS PROFESSORES ---

E é claro que todos os professores estão incluídos!!!!!!!

Professor de E. V. T. disse...

Pelo que me foi dado a entender, até eu, que sou considerado por vocês analfabeto, iliterato, vazio de conteúdos e com fobia às TIC, estou incluído no Rol!!!!
Sim gostaria muito de ver todo este governo cair!

JF - Um Professor também muito revoltado!!! disse...

Comparam o incomparável - a nossa profissão não é comparável a nenhuma outra!

Mas JÁ QUE INSISTEM VAMOS MOSTRAR--LHES o que poderá acontecer se, por acaso, apenas fizessemos as nossas tarefas ...

- DENTRO DO NOSSO HORÁRIO DE EXPEDIENTE

- APENAS COM OS RECURSOS DISPONIBILIZADOS PELO PATRÃO

...como em qualquer outra profissão!!!

Esta é a única forma de luta neste momento tão difícil para todos nós

Deixemos de nos dividir!


NESTA LUTA SOMOS TODOS IGUAIS

--- SOMOS PROFESSORES ---


Por favor DIVULGUEM!!!!

NÃO HÁ OUTRA FORMA DE PROSSEGUIR COM ESTA LUTA

(Caro professor de E. V. T. - certamente que não era a intençao do colega inferioriá-lo, todos nós temos consciência de que o produto dos nossos trabalhos se revela de muitas formas que não apenas o trabalho de secretária)

Prof de Ed Física... disse...

Talvez não fosse intenção de inferiorizar, mas comentários desses não ajudam caro anónimo... E para que conste, nas vezes que estive colocado sempre fiz testes escritos nas minhas turmas.

Anónimo disse...

ó meus amigos... todos sabemos que não somos todos bons. Todos sabemos que muitos professores não leram mais nada sobre educação depois de terminarem os seus cursos. Conhecem algum médico que não se actualize na sua área de especialização?
A esmagadora maioria não sabe o que é uma competência, nem como se pode avaliar por competência.
E muitos professores foram equiparados a bacharéis... quando tinham apenas o curso da antiga escola industrial.

António G disse...

Concordo com a forma de luta proposta, fico no entanto muito triste com as divisões que ainda parecem existir entre nós.
Temos, agora mais que nunca, que nos unir se quizermos ganhar esta luta.
Vamos deixar-nos de quezílias imbecís e lutar, lutar até ao fim.

Professor de E. V. T. disse...

Caro anónimo, pelo que me é possível observar nos seus bossais comentários, deve tratar-se de um indivíduo perfeito e sem a minima mácula profissional, proveniente de uma qualquer universidade de letras, do estado claro! E até me posso dar ao luxo de inferir que do curso de Português Latim e Grego, um dos mais arrogantes formadores de profissionais da educação, que ao terminarem esse curso, viam-se no dilema desemprego ou educação!!!
Meu caro quer-me parecer que o que o senhor tem é mais um 'recurso'!
Diga-me agora, é mais importante ter um desses quaiquer 'recursos' e odiar aquilo que faz logo não ter competência para a educação, ou por outro lado ser 'analfabeto, iliterato e vazio de conteúdos', como sou considerado, e amar aquilo que faço?
Professor de E. V. T. - licenciado em ensino, mestre e doutorando! E o senhor, o que é?!

JF - Um Professor também muito revoltado!!! disse...

Não é assim...
Isto é profundamente desmotivante!
Vou insistir uma última vez e uma última vez acreditar que vamos no caminho da mudança...

Não é com greves e manifestações que ganhamos esta luta, eles, no governo, ficam eufóricos com os trocos que vão poupar por cada greve que nós fazemos!!!
Resultados???
Perguntem aos líderes sindicais... que pouco mais têm feito que procurar mantêr o 'Tacho'!!!!


NÓS SÓ LÁ VAMOS COM UNIÃO FIRME, SEM MESQUINHICES DESTA ORDEM E CUMPRINDO CRITERIOSAMENTE COM AS NOSSAS FUNÇÕES...


VAMOS TRABALHAR SÓ:

- NO LOCAL DE TRABALHO
- DURANTE O NOSSO EXPEDIENTE

Se todos tomarmos esta atitude, claro, com o apio dos sindicatos, verão que tudo vai mudar, muitos mais horários vão aparecer, pois não foi à toa que já no tempo do outro senhor, foi regulamentada a diferença entre a componhente lectiva e não lectiva, que se verificava antes desta reforma.

Eles também sabem disto! Mas apenas querem poupar dinheiro...
Enquanto olharmos apenas para o nosso umbigo não vamos a lado nenhum!!!!


Deixemos de nos dividir, pelo menos nestes tempos mais próximos!

NESTA LUTA SOMOS TODOS IGUAIS

--- SOMOS PROFESSORES ---

Anónimo disse...

Mais do que a avaliação, deviamos estar a combater e a pedir a revisão do ECD, esse sim extremamente prejudicial... claro que isso não interessa a certos professores que se encontravam em topo de carreira e dominam os sindicatos... pois os sindicatos nas alturas das negociaçõe apenas se preocuparam com as aulas de substitiução e nada com os que estavam no inicio de carreira e contratados... a única preocupação deles foi tentar defender os professores de topo e com muitas horas de redução de fazer horas com aulas de substituição... e com isso conseguiram ter a a opinião pública completamente contra e não ter força... bela classe que nós somos.
Pela revisão e suspensão do ECD já!!

Manuel P. disse...

É isto mesmo
É a forma de luta que faltava, também estou crente que todas as outras são apenas manobras de diversão
Abram os olhos!
Eles têm estado a jogar Xadrez connosco! E nós somos meros peões
Vou divulgar
Acredito que é, precisamente, trabalhando apenas as horas que nos pagam, que venceremos esta luta
Estou mesmo a ver todo o trabalho atrasado e as escolas entupidas sem as mínimas condições de trabalho

António G disse...

E o melhor de tudo é que não existe base jurídica que nos possa penalizar, estamos apenas a cumprir com o nosso horário de trabalho nas condições disponibilizadas pelo patrão
A Milú vai ficar verde!

Rika disse...

Concordo com esta forma de luta de entupir a escola! Mas defendo que não deve ser a única. Manifestações como as que têm ocorrido são talvez o único espaço onde professores que este ano ainda não conseguiram colocação!

Fernando disse...

Também concordo, vamos promover todas as formas de luta possíveis e imaginárias para dar que pensar a estes indivíduos que, como a MiMi, nos andam a conspurcar a profissão...
Vamos trabalhar só o correspondente ao nosso vencimento, tudo na escola para entupir o sistema, quando os resultados desta forma de manifestação forem visíveis, até a opinião pública sofrerá alterações

Estou com os colegas que não conseguiram colocação, ou a conseguiram de forma precária, ou até jocosa (ex.1 prof de Braga com 6 h em Vila do Bispo)

Isto tem que acabar

Para isso temos que nos manter unidos

FARO - 04.03 - 18:00

Anónimo disse...

Não querem a avaliação pelos pares? Então quem avalia?

Anónimo disse...

18:27
Já recebeste o torrãozinho de açúcar do Valterzinho, hoje?

Anónimo disse...

Caro anónimo imediatamente acima. O Valterzinho como lhe chamas é muito fraquinho, estou de acordo. Mas à pergunta não respondes porque preferias não ser avaliado, confessa...

Anónimo disse...

Pessoal!!!!
Colegas! Com insultos e discurso não fundamentado não defendemos a nossa causa. Só a enfraquecemos.
Vamos mostrar que queremos um ensino melhor e de qualidade.
Que continuamos contra estas aulas de substituição porque são uma fantochada da forma como funcionam em muitas escolas.
Que queremos uma avaliação a sério (e com os avaliadores a terem uma formação prévia) porque esta avaliação vai deixar tudo na mesma.
Que queremos que os resultados melhorem mas não desta forma facilitista que o ministério nos impõe.

Caro anónimo: queremos mesmo ser avaliados. Por quem estiver em condições de o fazer e seguindo critérios justos. Com esta avaliação toda a gente vai progredir na carreira. Não tenha dúvida.

Um professor contratado há 10 anos com gosto pelo que faz

Anónimo disse...

Com essa atitudes (entre anónimos) não chegamos a lado nenhum!!!! Lutamos por dignidade, não nos podemos rebaixar ao nível deles e dar-lhes razão quando dizem que nós somos o nosso próprio inimigo. Vamos lá deixar de guerrilhas e unirmo-nos de uma vez por todas!!! Só assim vamos conseguir alguma coisa!
M*

Anónimo disse...

Aqui ficam datas de algumas vigilias de norte a sul de Portugal:

http://movimentodemocracia.blogspot.com/
passem para os telemóveis! e reencaminhem (já o fiz!)

Sábado vamos provocar um TERRAMOTO em Lisboa!!!!

Rita Andrade
Professora de QZP de Bragança

JF - Um Professor também muito revoltado!!! disse...

VAMOS MOSTRAR--LHES o que poderia acontecer se, por acaso, apenas fizessemos as nossas tarefas ...

- DENTRO DO NOSSO HORÁRIO DE EXPEDIENTE

- APENAS COM OS RECURSOS DISPONIBILIZADOS PELO PATRÃO

...como em qualquer outra profissão!!!

Esta é a única forma de luta neste momento tão difícil para todos nós

Deixemos-nos dividões infundadas!


NESTA LUTA SOMOS TODOS IGUAIS

--- SOMOS PROFESSORES ---


Por favor DIVULGUEM!!!!

NÃO HÁ OUTRA FORMA DE PROSSEGUIR COM ESTA LUTA

JF - Um Professor também muito revoltado!!! disse...

Vamos ENTUPIR AS ESCOLAS:

- CUMPRINDO HORÁRIO

- TRABALHANDO SÓ DURANTE O EXPEDIENTE (como em qualquer outra profissão)

- USANDO APENAS OS RECURSOS DISPONIBILIZADOS PELAS ESCOLAS


Se nos unirmos e todos procedermos desta forma eles são obrigados a recuar, pois não têm fundamento legal para nos obrigarem a trabalhar mais do que o estipulado na lei
Logo irão concerteza surgir mais horários!!!

NESTA LUTA SOMOS TODOS IGUAIS

--- SOMOS PROFESSORES ---

Jáfum Ava disse...

Eles querem apenas poupar dinheiro e estão-se nas tintas para a qualidade do ensino, por isso nos sobrecarregam de trabalho para poupar vagas, logo, alguns milhares de euros em ordenados!!!!

Se todos agirmos desta forma não poderemos ser penalizados pois NÃO EXISTE NENHUMA ILEGALIDADE NO EXCESSO DE ZELO

NESTA LUTA SOMOS TODOS IGUAIS

--- SOMOS PROFESSORES ---

Anónimo disse...

leiam o Fernando Madrinha no Expresso de hoje. Ele põe os dedos na ferida.

apelam ao cumprimento do horário. Mas não é costume fazer-se?

Este movimento diz que tem autocarros grátis para assistir ao "terramoto". Mas sendo um movimento, de onde lhe vem o dinheiro? Ou este movimento é apenas mais uma lança da fenprof?

Anónimo disse...

Os representantes dos pais (vi agora na RTPN) estão de acordo com toda esta reforma.
Que me dizem, senhores professores?

GeoDiver disse...

Digo o que já disse várias vezes por aqui....temos de mudar o nosso discurso!

Temos de falar mais nos alunos e nas consequências destas trapalhadas todas para eles. Eles deverão ser as vítimas do nosso discurso. a população em geral está-se marimbando para as nossas reivindicações. temos de fazer ver que quem, no fundo, se vai prejudicar, são as crianças e a nação.
Temos de fazer ver que somos cerca de 150 000 profissionais...e que também somos pais!!! Ou será que nós não nos preocupamos também com os nossos filhos?

Touro Zentado disse...

Aqui mais um geógrafo a concordar com o colega de cima!
Enquanto não mudarmos o nosso discurso não ganhamos a opinião pública para a nossa causa.
Estejamos bem informados e saibamos informar.
Esta luta não pode para e tem de entrar por novos caminhos.
A ministra vai tentar aguentar o barco até à interrupção da páscoa para ver se as coisas acalmam... Não podemos deixar!

Anónimo disse...

Labor Omnia vincit improbus
Currriculum vitae gratuito de um Professor em Tempos Livres

Com todo o tempo livre,
dei liberdade a um percurso profissional, que escolhi por livre vontade, enquanto professor, a saber, profissional da Educação, um labor intelectual dedicado ao ensino-aprendizagem. Foi assim, que durante 20 anos de trabalho não lectivo vaguei por ai à procura de mim mesmo enquanto profissional, muitas vezes ausente da escola, mas sempre ao serviço (tal como me ensinou João de Deus: “à procura de me tornar cada vez melhor Professor”). Fiz o que me pareceu essencial, para me valorizar enquanto pessoa e enquanto profissional. Por isso registo, com mágoa e algum arrependimento (uma vez que não foi reconhecido) todo o tempo que estive ausente da Escola e/ou em tempo não lectivo a desenvolver as seguintes actividades:

(Curriculum Laboral Gratuito)

- Nos tempos livres, realizei reuniões com Pais e Encarregados de Educação, depois das aulas, em tempos que possibilitassem a presença dos Pais, normalmente depois das minhas aulas e em Horários compatíveis com os Horários laborais dos Pais;
- Nos tempos livres, organizei mil e uma Visitas de Estudo, assumindo a responsabilidade pelos filhos de muitos Encarregados de Educação, mesmo sabendo que corria riscos, mesmo muitas vezes adiantando dinheiro a “fundo perdido” para que muitos visitassem Lisboa pela primeira vez, assistissem como espectadores estreantes a peças de Teatro, à Assembleia da República, a Filmes, a Reuniões/Encontros com outros alunos de outras Escolas e a outros e outros lugares que a minha memória já não consegue alcançar;
- Nos tempos livres, inaugurei em conjunto com outros colegas um Clube de Cinema e Vídeo, que à custa de muitos telefonemas e de muitas viagens aqui e ali para angariar fundos, se concretizou com a conquista de um Equipamento de projecção caríssimo, que ficou ao serviço da Escola e dos alunos. Recordo-me de ter vagueado por ai à procura de apoios, junto das Empresas, das Autarquias, muitas das vezes a ouvir: “não”, “não pode ser”, “não é possível”;
- Nos tempos livres, criei um Clube de Filosofia, iniciei o Projecto de Clube da Rádio e fiz parte do Jornal da Escola;
- Nos tempos livres e durante 10 anos organizei, em conjunto com outros colegas intercâmbios com Escolas e Associações de Jovens de mais de cerca de 8 Países da União Europeia, entre eles, a Grécia, a Inglaterra, a França, a Holanda a Hungria, a Suécia, Alemanha, Espanha e Itália. Tudo isto planeado e concretizado em tempos livres, digo, em tempos não lectivos e à minha custa, digo, à custa do meu tempo e de algum do meu dinheiro;
- Nos tempos livres, criei uma Unidade de Apoio (UNIVA) para consulta e aconselhamento Escolar e Profissional, o que foi feito nos meus tempos de Professor livre, sem obrigatoriedade de permanência na escola, muito à custa do meu dinheiro de viatura própria, sempre que se tratou de formalizar todo o Processo;
- Nos tempos livres, fiz a Formação Contínua desejada, mesmo para além das necessidades estipuladas pelos Créditos obrigatórios. Apostei em mim e na Escola, mesmo que para isso, me visse obrigado a deslocar-me longe, muitas vezes sem almoço nem jantar e mesmo quando a família reclamava gastos pessoais e financeiros incomportáveis. Tudo isto em tempo após as aulas, em deslocações sem ajudas de custo, sem ajudas de Fato e nem sequer tolerância de horário;
- Ainda consegui gastar 3 anos da minha vida num Curso de Mestrado em Ciências da Educação, que julguei fundamental para o meu desenvolvimento profissional;
- Enquanto Orientador de Estágio, durante 10 anos, coordenei com muitos dos meus colegas, muitas e muitas actividades de âmbito Educativo, interdisciplinar e cultural, que tinha por destinatários os alunos, os pais e a comunidade educativa em geral. Recordo-me do Fórum Estudante; da Filosofia para os Pais, Estética e Actividade Artística, Formação em Avaliação, em Informática, Metodologia de Projecto, Filosofia para crianças, etc, etc. Recordo-me de umas “férias lectivas” de Carnaval passadas na Escola, a passar cabo, a arrumar mesas, a decorar a sala, a providenciar o som... tudo isso a preparar uma Actividade para os alunos e para os Pais. Também deu muito prazer participar na Abertura da Escola ao Domingo (em muitos Domingos, ao longo destes anos), para a apresentação de Trabalhos, Actividades e Projectos; tudo isto, para que a Comunidade Educativa pudesse estar presente a partilhar a vivência da Escola;
- Nos tempos livres, trouxe para a Escola um Curso de Filosofia Para/Com Crianças, inspirado em Lipman e fundei um Clube único em todo o País, em que se aplicavam (e aplicam) técnicas que propiciam aprendizagens nas áreas da Lógica, da Argumentação e da Educação Moral ou Cívica dos Jovens, para níveis de 7º, 8º e 9º Anos de escolaridade;
- Nos tempos livres integrei um Grupo de Estudos sobre Ética e Deontologia Profissional da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, do qual ainda faço e continuarei a fazer parte se o tempo e a motivação me permitirem;
- Nos tempos livres fui Formador de Professores, partilhando com outros o que aprendi. Organizei Cursos de Formação, assisti a muitos outros, muitas vezes com espírito de missão e de sacrifício;
- Nos tempos livres integrei um grupo de carolas que elaborou os Projectos Educativos da Escola, à custa da disponibilidade e da motivação de cada um, à noite, aos Sábados e Domingos;
- Nos tempos livres, planifiquei, reformulei, corrigi testes, fiz montagens, preparei e reflecti avaliações, mesmo que isso tivesse que ser feito ao Sábado, ao Domingo ou num Feriado; mesmo que isso provocasse protestos e más disposições da Família.
- Nos tempos livres, mesmo em horas de sair da Escola permaneci mais tempo para um apoio a um aluno com uma dúvida ou problema pessoal. Como todos os meus colegas, preenchi lacunas sociais e de âmbito familiar, sempre que foi necessária uma palavra amiga, um conselho, uma sugestão ou um grito de solidariedade. Foi com outros professores, o Psicólogo, o Sociólogo, o Amigo e até o Pai suplente, quando o efectivo estava ausente ou indiferente;
- Nos tempos livres fui uma voz contra a discriminação, contra o racismo, a indiferença, sempre que acolhi as diferenças que fora da Escola são alvo de separatismos e de incompreensão;
- Nos tempos livres reflecti sobre esta difícil arte de me adaptar ano após ano aos novos alunos, às mudanças legislativas, às mudanças sociais e políticas, às mudanças científicas constantes, às desigualdades que se reflectem no dia a dia dos nossos alunos, às criticas cruzadas dos pais, dos colegas, dos alunos, da sociedade que tudo espera de nós (enfim, um “fogo cruzado”, com razão de ser, mas deveras doloroso), por não conseguir estar em todo o lado, nem dominar todas as áreas. Na verdade não há profissão a quem se peça tanta actualização, tanta capacidade de adaptação e mesmo de tanta coragem para enfrentar tamanha diversidade.





Ainda hoje, a um Sábado à noite, me disponho (nos meus tempos livres) a escrever as minhas mágoas, a pensar o que teria feito por mim e pelos meus, senão tivesse perdido tanto do meu tempo livre, que dediquei à Escola e aos meus alunos. Ainda hoje me admiro como é que ainda consigo gostar desta profissão, mesmo contra a “maré da opinião pública” (alguma opinião pública), que considera a classe docente como funcionários incompetentes, preguiçosos e até desnecessários. É curioso que todos, mesmo os que nunca estiveram à frente de uma Turma de jovens alunos, têm soluções para a crise do Ensino e receitas categóricas para a indisciplina, para o abandono escolar, apara a desmotivação e o crescente desprestígio da Escola para as sociedades modernas. Esquecem que hoje em dia tudo se pede à escola e aos professores, mesmo em assuntos e problemas que dizem respeito a outros intervenientes sociais. É pena que não vejam que a crise não está na Escola, mas fora da Escola, numa sociedade que perdeu referências axiológicas, porque o sucesso pessoal já não é sinónimo de formação, nem de instrução.

Têm sido 20 anos de grande dedicação, de entusiasmo e até mesmo de grande prazer. Mas também foi com muita “luta” e algumas frustrações que fiz este caminho, que não é só meu, pois nele estão muitos colegas, trabalho interdisciplinar e muitas e muitas horas. Mas, como sempre permaneceu a máxima: “ com trabalho se vencem todas as dificuldades”. E por isso dei o máximo, mesmo que seja considerado insuficiente. E por isso fiz da minha casa um Gabinete de Trabalho e do meu automóvel uma Biblioteca Ambulante e uma Viatura de Serviço. Também foi por isso que comprei todo o material didáctico, desde canetas de várias cores, correctores, folhas, cadernos, CD Rom’s, Dvd’s, Cassetes Vídeo, Disquettes, Acetatos, Livros indispensáveis à minha Formação e actualização, uma Caneta UBS e um dia destes um Computador Portátil para poder trabalhar na Escola.
Foi muito trabalho e talvez pouco, se tivermos em conta as necessidades dos nossos alunos. Tudo isto e muito mais com uma assiduidade de 100% em tempos Lectivos e com uma motivação de 200%. Agora, nos meus tempos de reclusão, fico limitado a um espaço exíguo, que não me deixa ver o mundo nem me deixa fazer mais pela Escola nem por mim próprio. Fica por fazer, o que, se não é essencial, é pelo menos, manifestamente importante, a saber, a descoberta, a actualização e a aposta em actividades que tornem a escola num local vivo onde se realizam efectivas aprendizagens. E se o Professor é por excelência um transmissor/emissor de Cultura, essa função passa a ficar lá fora, inacessível, delimitada por um Horário fixado pelas horas e tempos estipulados para a função pública e ao ritmo da Componente Não Lectiva e das actividades/aulas de substituição. E em troca destes anos de dedicação recebi um “prémio”: o congelamento da Carreira, talvez (digo eu, não sei) como incentivo, como quem diz: “vá lá esforça-te mais, pode ser que mereças progredir na Carreira, porque a progressão não é para todos, mas apenas para quem tem mérito”.

Anónimo disse...

Proponho que não respondamos às provocações que, anónimos ou não, vêm aqui postar.
Que não empolemos as nossas credenciais académicas e profissionais ou menosprezemos as dos colegas.
Que discutamos apenas aquilo que nos une contra este ME.
Os lobos estão ansiosamente à espera da nossa divisão, para melhor de novo nos trucidarem.

manuel m

Anónimo disse...

Sou aluna de educação de infância, sei que tenho o privilégio de frequentar a melhor universidade do país no que toca à educação de Infância e por estranho que possa parecer estou totalmente de acordo com a prova de ingresso na carreira. porquê. Simplesmente porque me sinto injustiçada, tenho colegas minhas em muitas universidades e escolas superiores de educação e que o programa do curso delas nada tem haver com o meu, assim pelo menos as privadas deixaram de passar licenciaturas a quem pouco sabe sobre educação. Como é possível que uma aluna de educação de infância que está a frequentar o 4ºano do curso nunca tenha ouvido falar em projecto educativo, no movimento escola moderna, não saiba qual é a organização sistémica da educação e cuidado à infância no nosso pais, não saiba sequer o mínimo dos mínimos sobre o modelo educativo high scope nunca tenha sequer mencionado o modelo régio Emília, mas que se passa com estes "pseudo" cursos superiores, se somos pela boa educação das nossas crianças, penso que temos de repensar o assunto. Pelo menos esta prova de acesso faz uma triagem dos alunos preparados para ir para o mundo do trabalho e dos menos preparados. Eu cheguei até a assinar uma petição online mas depois de reflectir e de debater este assunto com um docente da Universidade onde estudo mudei completamente a minha opinião porque realmente se eu estiver efectivamente preparada qual o problema de fazer uma prova de acesso e deixei para traz a questão que até então me perseguia "mas não será esta prova de acesso um atestado de incompetência para as Universidades?" não penso que não. Desculpem se ferir susceptibilidades mas é somente a minha opinião.

um das artes disse...

Não se esqueçam de votar na pág. do Público online, sobre se este processo de avaliação deve avançar este ano lectivo.

Anónimo disse...

Como é possível que rejeitem a avaliação????
E não me venham com a história de que o problema é deste sistema porque não existe nenhum perfeito e vocês e os vossos sindicatos deviam era estar a trabalhar para o melhorar.
Porque desde o 5º ao 12º ano de escolaridade EU encontrei professores fabulosos de que nunca me esquecerei, professores competentes, professores razoáveis e alguns maus professores. Eu tive alguns! Não me digam que não tiveram?
Mas curiosamente ninguém nunca distinguia os melhores dentro da escola.
É por isso gosto que existam prémios para os melhores professores (como aquele de Aveiro que vocês tanto odeiam).

Anónimo disse...

O melhor curso de educação de infância do país? Só se na sua (modesta) opinião e do seu professor, pois não há nenhum estudo que o identifique.
Os problemas da formação inicial não são um exclusivo do privado. É mentiroso e demagógico quem o afirma. E posso provar-lhe com dados objectivos.

Anónimo disse...

Ao ex aluno que referiu lembrar se dos bons e dos maus professores devo indicar que todos os professores deste país querem ser avaliados.
Caso ainda não o tenha entendido, apesar de muito bem esclarecido, os professores contestam apenas a forma de processamento deste sistema de avaliação que não serve nem os bons nem os menos bons professores e que, infelizmente, poderá até futuramente privilegiar os menos bons, caso estes sejam bons amigos de quem os avalia.
A avaliação sempre foi muito subjectiva pelo que é obviamente difícil encontrar um sistema sem falhas mas, quem leu o Decreto regulamentar, quem o compreendeu na sua implementação prática, quem verificou quais os apoios prestados pela escola para o efeito, quem sabe que não houve formação prévia e específica para os avaliadores que reconhecem não estar preparados, quem sabe como irá ser gerida e administrada futuramente a escola, quem tem conhecimento de quanto a avaliação está centralizada no professor e deixou de parte o trabalho de equipa fundamental à prática lectiva, quem entendeu o quanto estará preso da boa vontade de um director, coordenador ou professor avaliador, quem já esquematizou a sua progressão na carreira com o tempo de cumprimento para cada nível, quem já não tem mais horas a dispensar para alcançar semelhante exigência expressa nesta avaliação porque já está completamente tomado por tanto trabalho extra, sabe que não é possível aceitar este sistema de avaliação que tem claramente objectivos economicistas e despreza totalmente todo o trabalho e esforço do professor.
Neste sistema não há de facto lugar para a melhoria e para a promoção da qualidade educativa!
Quem sempre gostou da profissão e sabe ensinar entendeu que não vem servir nem os alunos, nem os pais nem os docentes. Serve sim, e apenas, aqueles que por motivos eleitorais pretendem usar os docentes para a construção de números que serão a imagem adulterada da qualidade do ensino a ser divulgada no momento certo com a célebre frase do Sr. JS” Os números não mentem”.
Um sistema de avaliação, meu amigo, que contempla favoravelmente um docente caso este apresente - sucesso educativo e progresso educativo das aprendizagens das suas turmas - não pode ser aceite por nenhum bom professor.
É, justamente, por saber que este sistema de avaliação irá claramente prejudicar os alunos que poderão alcançar resultados não merecidos e virar personagens secundárias de uma novela ministerial cujo desenlace trará consequências trágicas para sua formação, que nenhum professor em luta pela defesa da qualidade do Ensino e pelo bem dos seus alunos, irá aceitar tal afronta, tal injuria.
Não fale se desconhece, e por respeito aos professores que o marcaram, não faça comentários descabidos e totalmente infundados.

Cumprimentos.

Anónimo disse...

As intervenções das mais variadas pessoas (dos mais aos menos informados, dos mais à direita aos mais à esquerda, dos mais novos aos mais velhos, dos políticos aos técnicos, dos pais à opinião pública) mostram que a nossa luta passa uma imagem errada! Muitas pessoas ainda acham que os professores só estão a olhar para os seus umbigos, que têm medo da avaliação, que não querem trabalhar, que não querem mudanças. Muitas pessoas defendem a ministra da educação não pela pessoa em si mas contra os professores.
Se não fizermos o que nos compete, e o que nos compete é esclarecer as pessoas, estaremos a lutar uma guerra perdida. Tenham consciência que o nosso discurso deve passar pela conciliação com os pais, pela defesa dos interesses dos alunos e da escola, que, afinal de contas, são os nossos.
Todos os que forem a Lisboa devem tentar fazer passar essa informação. Seja com cartazes, seja com panfletos, seja oralmente. Mostremos que sabemos o que queremos e que o que queremos é o melhor para os nossos alunos, além do melhor para nós.
Temos de combater a desinformação do ministério que teima em dar frutos. Devemos explicar muito bem que quando se diz que um professor falta 12 vezes por ano são doze faltas de aula que, na realidade, correspondem a 2 dois, e que muitas vezes são faltas justificadas. Devemos explicar que as aulas de substituição não são bem aceites pelos professores, não porque não querem trabalhar mas sim porque entendem que nesses blocos podiam desenvolver clubes, actividades e apoios. Devemos explicar que a melhoria de resultados recentemente divulgada pela ministra tem que ver com o facilitismo que REALMENTE nos é imposto.

Não se esqueçam os colegas que a nossa luta, se persistente, correcta e determinada, dará frutos e não pode ser posta em causa por pequenas benesses. Não é porque se mude um ministro, um secretário de estado, um medida, ou se adie a aplicação da avaliação que devemos parar. É única a oportunidade que temos para lavar a nossa cara e fazer do ensino em Portugal um verdadeiro ensino de qualidade.

MAIS PERSISTÊNCIA! MAIS INFORMAÇÃO! LUTEMOS PELO ENSINO, PELOS ALUNOS, POR NÓS!

a-c-r.b.c

Anónimo disse...

Gostei muito do apoio à Ministra: o presidente dos papás e o Senhor Valentim Loureiro!! Parabéns, um senhor de uma reputação exemplar, um bem falante (!), um corrupto com folha branquinha, profere o seu apoio à nossa milu! Enfim... sem comentários!
Quanto ao papá: tirei o curso para ensinar e educar os seus filhos, não foi para tomar conta deles! Se não tem tempo para estar com eles, tivesse pensado em preservativos!
Sofia

Anónimo disse...

Para as pessoas menos informadas aqui fica uma pequena nota:

existe no nosso país um conselho nacional de avaliação do ensino superior. E eles compete, como o proprio nome indica, fazer a avaiação da qualidade de ensino no ensino superior, por exemplo são comparados o nº de docentes com doutoramento, a qualidade das instalações as metolodologias de ensino/aprendizagem.
afinal existem relatorio.....

e eu nao disse mencionei sequer a avaliação dos professores, até porque tb não sou contra tal mas estou do vosso lado quando dizem que tem de ser feita de outro modo, e não durante este ano lectivo.

Anónimo disse...

De facto entendo a Srº Ministra, se fosse elogiada por um cromo como o Sr. Major também teria respondido que os elogios não são importantes!!!!Conhecido pela intrigas, burlas e mentiras, o Rei das fraudes não merece comentários, o seu impressionante currículo fala por si! Que sejam todos assim, OS AMIGOS da Sr ministra !!!
Preocupante é o Representante dos pais! Afinal qual o seu objectivo? Dividir pais e professores? Livrar-se dos professores e ficar com o lugar? Sim porque no debate, teve a indecência de afirmar que passava todo o fim-de-semana a ensinar os filhos, o que é mentira pois o homem farta-se de viajar pelo país na comitiva.
Ele quer,de facto, amas a tempo inteiro e com serviço gratuito… ainda por cima manda nos trabalhar e calar! Prepotente, arrogante e incompetente! Quem o vai avaliar? Não é também um interveniente na Educação?
Ao mandar embora a Sr. M, aproveitem, mandem no também, caso fique uma impureza, a desinfecção não resultará.

Ana C. disse...

Colegas:

Estive presente na reunião das Caldas, soube pelo blog do nosso colega Paulo Guinote que a Associação (APEDE) já foi constituída mas nunca mais recebi nenhuma informação sobre a mesma nem forma de a contactar.

Não vos parece tempo demais sem sequer sabermos como nos podemos associar? E que informações posso eu transmitir aos meus colegas sobre a APEDE?

Obrigada e continuação de boa LUTA!
Ana M S

Ana C. disse...

Vejam lá que o "colega" Arsélio Martins, tão simpático na sua parece que já avançada idade, o PROFESSOR DO ANO, o, nas suas palavras, defensor dos Blocos de 90 minutos (tempo que os nossos alunos ou qualquer um de nós consegur perfeitamente manter a sua capacidade de atenção e concentração, digo eu...) é o PRIMEIRO nome da lista de constituição do célebre e neste momento acabado de divulgar Conselho Científico...

http://ramiromarques.blogspot.com/2008/03/quer-saber-qual-composio-do-conselho.html

A este propósito, transcrevo o comentário que na altura coloquei neste blog do COLEGA ( e este sem aspas) Paulo Guinote:


Novembro 14, 2007 at 3:28 pm
O que eu acho fantástico é estes "colegas" terem sequer concorrido ao prémio, legitimando uma iniciativa idiota daquela espécie de ministério com uma espécie de ministra e afins.

in http://educar.wordpress.com/2007/11/13/a-versao-oficial-da-atribuicao-do-lurditas-douro/#comments

Eu bem digo, vou montar a banquinha de vidente!!!

Quanto ao colega do blog "Terrear", só posso dizer que foi uma imensa desilusão. E dela ocorre-me uma nova máxima: Quem vê blogs não vê corações."

Ana M S

Anónimo disse...

E curioso é que já não se pode entrar no forum da DGRHE para ler as perguntas e respostas! Só os conselhos executivos e registados!

Anónimo disse...

Para que conste e porque muita gente não sabe, a CONFAP recebeu do Gabinete da Ministra da Educação duas tranches de 38.717,50 euros cada uma, no segundo semestre de 2006, conforme publicação no Diário da República N. 109 de 6/6/2007 (pág. 15720).

Recebeu ainda mais 39.298,25 euros no primeiro semestre de 2007, conforme publicação no DR N. 201, de 18/10/2007 (Pág. 30115).
Trata-se da única organização que recebe verbas directamente do Gabinete da Ministra.
Com um salário destes, o que se pode esperar do sr. Albino Almeida?
Mais de 150.000 euros por ano é muito dinheiro.
O sr. Albino é apenas e só um assalariado do Ministério da Educação (por sinal, muito bem pago com os nossos impostos).

PÚBLICO on-line - por analista educacional

Anónimo disse...

então o rapazote que chamou mentiroso à ministra não se retrata neste espaço? Afinal, o mentiroso é ele e a Fenprof....

RS disse...

Gostaria de Pedir ao Professor que colocasse neste espaço esclarecimentos sobre o que poderá ter acontecido após o programa Prós e Contras.

Devo transmitir em meu nome e em nome de muitos colegas, que sentimos imenso o facto de terem feito do Professor um bode expiatório.

Devemos Lutar Senhores Professores ...pk isto pode acontecer a qualquer um de nós apartir de agora.

Por favor MPR publiquem a tal nota de imprensa que o Professor visado disponibilizou aos media.

Se o encontrar dia 08, espere um abraço meu!!

Muita amizade RS

Anónimo disse...

Já conhecem????? Podiamos fazer um grande cartaz do poeta...

O grande poeta Bocage mais actual que nunca! Ah, " ganda " Bocage!!





"Baixa, de olhos ruins, amarelenta,

Usando só de raiva e de impostura,

Triste de facha, o mesmo de figura,

Um mar de fel, malvada e quezilenta ;



Arzinho confrangido que atormenta,

Sempre infeliz e de má catadura,

Mui perto de perder a compostura,

É cruel, mentirosa e rabugenta.



Rosto fechado, o gesto de fuinha,

Voz de lamento e ar de coitadinha,

Com pinta de raposa assustadinha,

É só veneno, a ditadorazinha.



Se não sabes quem é, dou-te uma pista:

Prepotente, mui gélida e sinistra,

Amarga, matreira e intriguista,

Abusa do poder... e é MINISTRA."

M*

psilva disse...

Para Ana M S e Paulo Guinote e o seu comentário:

"O que eu acho fantástico é estes "colegas" terem sequer concorrido ao prémio, legitimando uma iniciativa idiota daquela espécie de ministério com uma espécie de ministra e afins."

Como é possível estar ao lado de uma LUTA em que os lutadores fazem destes comentários?
Os prémios numa actividade são fundamentais e projectam para o país o mérito que anda escondido em tanta escola. São motivadores para o futuro e prémios para a dedicação passada. Existem em quase todas as actividades (jornalismo, arquitectura, engenharia, múltiplas áreas da ciência, matemática, ...) a nível nacional e internacional. Estes comentários são de uma inveja grosseira e só são feitos porque os caros colegas sem aspas não gostam do que o professor Aurélio diz.
Continuam na linha das ordinarices que dizem embora não gostem que os seus alunos as digam.
Todos os que não concordam consigo estão subornados. É o prof. Aurélio, são as associações de pais...
Os professores sérios descontentes com aspectos destas reformas deviam estar a lutar para as melhorar e não a lutar para que tudo fique na mesma.

Anónimo disse...

Então o colega que falou nos Pós e contras já deu o dito por não dito? Oque se passou?

José Ferrão disse...

O que se passou pode ser consultado em http://ferrao.org

Anónimo disse...

É triste após o programa prós e contras de 4 de Março aperceber-me que vivemos num país onde actualmente impera a coacção aos mais fracos.....acredito piamente no professor que certamente foi obrigado a fazer um comunicado a desmentir o que tinha dito na semana anterior.....Não tenho a mais pequena dúvida que é a mais pura das verdades, no entanto a Srª Ministra não tolera que lhe digam a Verdade com Cara de Verdade....Está habituada a Mentir com cara de Verdade e é assim que pelos vistos vai continuar!

Anónimo disse...

Tenha tento na língua pois o rapazote que é Doutor chamou de facto mentirosa a quem de verdade o é, pois qual o nome que daria a quem apregoa em nome de uma melhoria da qualidade educativa inexistente mas tanto por ela aclamada e quer na verdade, e sem escrúpulos, impor um sistema barato de avaliação que obrigue a um desempenho de muito trabalho, mesmo salário e progressão claramente travada.
Recordo lhe, se viu, que no mesmo programa falou se nas inverdades (mentiras) da Srª Ministra e que muitas foram as vezes em que a própria negou factos - por desconhecimento vantajoso justificando assim e bem o elogio que recebeu. O professor teve de facto a coragem de lhe dizer em linguagem demasiada directa( o seu erro) o que todos dela pensam. Quanto ao desmentido, foram diversos os artigos publicados, aquele onde realmente se pronunciou indicou que sob pressão vinha informar ter exagerado nas suas declarações pelo que se mostrava arrependido..." todos sabemos que o facilitismo impera neste momento nas escolas que pressionadas por equipas de avaliação que as visitam recebem ordens claras para a redução imediata do insucesso escolar. Afinal o que é isto??????
Curioso é não existirem actas destas visitas tão esclarecedoras...é de louvar também o CE da escola do dito professor que declarou em artigo nas palavras do seu presidente que o referido pelo mesmo foi mentira! Grande atitude a sua que desmentiu com uma mentira em nome de .... não vamos querer saber!
Não conheço o professor, não é esta a minha profissão, conheço contudo bem o mundo da educação. Muitas associações de pais estão convosco!
Sei pelo que estão a passar os Senhores professores pelo que deixo aqui a esta classe uma palavra de apreço e de força pela vossa luta. Sou leitor atento do que vai neste país, sou pai e cidadão preocupado com politicas destrutivas. Venho aqui saudar o Doutor pelo seu atrevimento pois se muitos tivessem já deste modo reagido, hoje, este professor não teria desmentido. No dia 8 estarei atento na esperança de vos ver triunfar.

Saudações respeitosas

Anónimo disse...

Gostei muito de ouvir a nossa lurdinhas a falar. Hahaha. Então os professores titulares é que são os professores competentes.... Como será se quando um dos nossos avaliadores tiver um insuficiente na sua própria avaliação????? Qual a credibilidade????
Porque é que nunca apontam os pontos mais fulcrais nas entrevistas????? Fica sempre tanto por perguntar.....e por responder......
M*

Anónimo disse...

A caminho da Escola, enquanto ouvia a TSF, descobri que a Confap, pela voz do senhor Albino Almeida, pretende processar-me judicialmente por ter inferido, a partir das suas contas, que a organização definharia sem os subsídios estatais. Pelo caminho também afirma que também processará o blogue Ensinar na Escola.

Claro que em plena via rápida uma pessoa deve manter-se calma ao volante e não começar a rir de forma descontrolada.

É que em nenhum momento o senhor Almeida afirma que eu divulguei dados erróneos ou deturpados. Processa-me porque eu tenho uma opinião sobre esses factos.

Mais interessante: diz que o subsídio é legal, algo que nunca contestei. Pois se resulta de um protocolo feito de livre vontade pelas partes…

Diz que é para pagar as deslocações dos dirigentes da Confap e duas funcionárias. Certíssimo: efectivamente escrevi que o presidente da Confap passeia pelo país com os ditos subsídios.

Como sou distraído, não relaciono isto com pressões diversas que me chegaram nas últimas semans, nem com a retractação pública do colega do Ribeirão ou a investida mediática do ME para calar as vozes desagradáveis.

Como sou mesmo muitíssimo distraído, nem questiono com que dinheiro a Confap irá pagar aos advogados a quem afirmou ir entregar a documentação para me processar.

Provavelmente alguém poderá pensar que é exactamente com uma parcela dos subsídios em causa, legais, para apoio à actividade da Confap. Mas isso não seria ético, nem compaginável com as despesas elegíveis no plano de actividades que é apresentado todos os anos ao ME para aprovação. Ou será?

Para finalizar, dois detalhes:

A TSF deu voz a Albino Almeida na sua diatribe, mas não contactou os visados.
Se a coisa tiver méritos para chegar a julgamento, essa será uma Tribuna excelente para muitos de nós tomarmos conhecimento de tudo o que aqui foi escrito em toda a sua plenitude.
Na sequência disso, claro que eu me reservo o direito de considerar que Albino Almeida me está a caluniar, a intimidar e a querer silenciar. O que, no actual contexto, é muito elucidativo da sua forma de agir e interesses que o movem. Em nome da indepedência, claro.
Adenda: Logo que possa elencarei aqui tudo o que foi escrito sobre o assunto, solicitando que todos os interessados divulguem esses materiais nos seus espaços.

Anónimo disse...

EM REPOSTA A DECLARAÇÃO DO SR AA QUE DECLAROU PROCESSAR.... SURGIU O SEGUINTE ESCLARECIMENTO


Caros senhores

Soube do V. Blogue pela notícia da TSF.
E vim aqui apenas para vos informar de cinco questões:
1 - em fevereiro de 2007 aquando da apresentação de uma candidatura independente política e partidariamente aos órgãos sociais da CONFAP constituida por 5 Federações Regionais, elementos anónimos mas notoriamente apoiantes da candidatura do Sr. Albino Almeida lançaram um blogue - As Farpas - para caluniar e desfazer o nome dos que lhe seriam oponentes. Gravuras de todo o tipo, algumas a raiar a obscenidade, reproduções de cheques inexistentes, textos plenos de mentira, tudo valeu. O silêncio do Sr. Albino Almeida sobre esta matéria foi exemplar. Daqueles de que se costuma afirmar que quem cala consente. Levantado um processo crime contra os autores, ainda hoje desconheço qualquer resultado…
2 - As eleições 2007 da CONFAP foram exemplartes em golpadas por parte do sr. presidente da MAG, candidato da lista do sr. Albino e personagem bem conhecida pela arrogãncia agressiva contra professores, ipss, e pais e associações de pais que não sejam vox dixit ministerial. O Sr. Fernando Gomes foi exímio em sistemáticas anulações do processo eleitoral, recostruindo paulatinamente os cadernos eleitorais que passaram de cerca de 1200 associados em fevereiro, para os derradeiros 250 em setembro do mesmo ano e das mesmas eleições. Ufano reconheceu esse número para o jornal público, para explicar o inexplicável, ou seja o expurgo do incomodatório.
Esta situação deu lugar a um processo ainda a decorrer em tribunais.
Por outro lado por efeito de um Protocolo com o Ministério que é público e por via de um regulamento aprovado em conselho consultivo, uma verba insignificante dos mais de 150 mil euros que o ministério envia para a CONFAP, é redistribuído pelas Federações Regionais (entre 10 e 15 mil euros).
Albino Almeida usurpou estas verbas às federações que se lhe opuseram em processo eleitoral. Razão: aquelas federações tinham recorrido para os tribunais e obrigaram a CONFAP a gastar dinheiro com advogados. Houve queixas para o Ministério, mas nada.
3 - Agora em Assembleia Geral no passado domingo é anunciado o desfalque de 60 mil euros na CONFAP pelo tesoureiro do sr. Albino Almeida.

4 - Por fim, relembrar: a) a clásula quatro do protocolo com a CONFAP que reza que “1. a confap apresentará até 30 de Julho de cada ano um plano das actividades a executar no ano lectivo seguinte; 2. Até 31 de Março de cada ano apresentará também um relatório detalhado das actividades e contas relativos ao ano lectivo anterior.”
Assim não se entende como houve transferência de verbas nos primeiros oito meses de 2007, quando os pressupostos para elas serem legais só foram concretizados em 15 de Setembro, data em que uma assembleia restrita aprovou contas, plano e relatório. E o Ministério foi atempadamente avisado disso.

5 - E relembrar ainda a alínea a) do nº 1 da Cláusula Primeira do Acordo CONFAP/Ministério que esteve na origem daquele protocolo de financiamento e que reza: “A CONFAP compromete-se a: a) pôr em prática uma parceria escola-família, com clara demarcação de funções e sem qualquer tipo de ingerência no exercício da actividade docente”

Marçal Grilo ministro e Fernando Regateiro confap dixit

Anónimo disse...

GRANDE LATA!!!!
Lisboa, 04 Mar (Lusa) - A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou hoje que o Governo assumirá "todas as responsabilidades" caso os sindicatos apresentem queixas nos tribunais contra as escolas por terem iniciado o processo de avaliação.

"O Ministério da Educação assume todas as responsabilidade pelas orientações que dá às escolas", afirmou Maria de Lurdes Rodrigues no final da conferência de imprensa de apresentação do relatório nacional de "Organização do Ano Lectivo 2007/08".

As declarações da ministra da Educação surgem na sequência de um esclarecimento da Fenprof enviado segunda-feira às escolas sobre a avaliação de desempenho dos docentes.

No documento, o sindicato reitera que apresentará queixa nos tribunais se os conselhos pedagógicos das escolas aprovarem, por exemplo, instrumentos de medida da avaliação ou os objectivos individuais dos docentes, por considerar que estes procedimentos estão suspensos na sequência da aceitação das providências cautelares apresentadas.

Para a ministra da Educação, estas "ameaças" do sindicato são "actos desesperados de quem já não sabe o que fazer".

"Não são legítimos nem bem-vindos neste quadro actos desesperados por parte dos sindicatos, ameaçando as escolas de que as vão processar e os próprios professores que estão a fazer a avaliação", sustentou.

Maria de Lurdes Rodrigues assegurou que estão reunidas todas as condições para que as escolas façam o seu trabalho, adiantando que muitas já o iniciaram e que o processo está a decorrer nas escolas com "toda a tranquilidade".

"Aquilo que a Fenprof diz compromete apenas a Fenprof", frisou, reafirmando que "as escolas têm uma dependência do Ministério da Educação e não dos sindicatos".

Presente na conferência de imprensa, o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, acrescentou que não há nenhuma decisão do tribunal sobre o processo de avaliação, "apesar de todas as tentativas de precipitação de uma decisão que os sindicatos tomaram" e por isso este prosseguirá normalmente.

"O Ministério da Educação assume inteiramente a responsabilidade por esta posição, transmite orientações às escolas neste sentido e estas estão vinculadas ao cumprimento dessas orientações", referiu.

Nesse sentido, acrescentou, terão todo o apoio do Ministério da Educação para o caso de serem introduzidos quaisquer procedimentos judiciais relativamente a decisões que tenham de tomar no cumprimento dessas orientações.

Para a ministra da Educação, "não tem sentido, por um lado, criticar o ministério, dizendo que é excessiva a sua intervenção em matéria de avaliação, e por outro querer que o ministério esteja permanentemente a regular e a dar orientações às escolas".

HN.

Lusa/fim

Anónimo disse...

MLR não pretende recuar nem uma VÍRGULA…. parece que se diz, para os lados daa 5 de Out que, como sempre “eles (os profs-entenda-se) vão acabar por comer e calar…. foi assim com as aulas de substituição, resmungaram, calaram e estão a dá-las, foi assim com a aposentação, resmungaram, e esqueceram, foi assim com o Novo Estatuto resmungaram e calaram e vai ser assim agora…resmungam mas vão cansar-se de estar na rua e seguir à risca tudo o que está legislado”

SERÁ QUE ELES TÊM RAZÂO COLEGAS??? Não vamos dar-lhes essa oportunidade

Anónimo disse...

Segunda-feira, 3 de Março de 2008
Saudades do Doutor Fragateiro!




Eu lembro-me da época em que a CONFAP era dirigida pelo Doutor Fragateiro. Nunca lhe ouvi uma palavra contra os professores. Sempre o ouvi defender a necessidade de os professores serem exigentes e terem autoridade. Alheio ao discurso paternalista do actual dirigente da CONFAP, o Doutor Fragateiro fez muito pela credibilidade do movimento de pais. Sei que tenho algum crédito nesta matéria. Publiquei cinco livros sobre o envolvimento dos pais nas escolas e muitas dezenas de artigos. Participei no primeiro projecto de investigação em larga escala, feito em Portugal, sobre as relações entre a escola e os pais, que foi publicado em livro, nos finais da década de 80 (Davies, D. e outros, As escolas e as famílias em Portugal, Livros Horizonte). É por isso que tenho pena de ver que o discurso do actual Presidente da CONFAP está a prejudicar todo o património de credibilidade e de confiança mútua tão dificilmente construído por mim, pelo Doutor Fragateiro e tantos outros

Anónimo disse...

2008
Vítor Sarmento, ex-presidente da CONFAP, pede a demissão da Ministra da Educação

Os professores precisam de recentrar a sua luta na defesa de uma escola pública de qualidade, na revisãodo Estatuto e em mudanças que simplifiquem e tornem menos injusta a avaliação de desempenho. Em simultâneo, devem ignorar o ruído. Para os professores, o discurso do actual presidente da CONFAP é mero ruído. Sugiro que os professores tratem esse discurso como mero ruído e, portanto, o ignorem. É preciso voltar a afirmar que os professores e os pais são parceiros na defesa de uma escola pública de qualidade. Ao contrário do que afirmam alguns cronistas e moderadores de programas televisivos menos informados, os professores há muito que abriram a escola aos pais. Tenho algum crédito nessa matéria: participei, graciosamente, em muitos colóquios da CONFAP e de Associações de Pais; fiz inúmeras comunicações a defender uma maior aproximação entre entre professores e pais; escrevi 5 livros sobre o assunto (ver a lista de livros no website: www.weboom.pt; ou no website: www.mediabooks) e muitas dezenas artigos publicados em revistas e jornais.

Leia o que diz o ex-presidente da CONFAP.

Terça-feira, 4 de Março de 2008
ALGUNS PROCURAM LANÇAR PAIS CONTRA PROFESSORES...
"Penso ser visível o esforço desta Ministra em manter uma estreita ligação aos representantes das Associações de Pais a nível nacional, procurando dessa forma encontrar algum apoio, que dê alguma credibilidade ao essencial da sua política. É assim com esta Ministra e foi no passado com outros Ministros.

Naturalmente que os pais, que na sua maioria procuram o bem-estar dos seus filhos, têm noção da importância do papel do professor no sistema e da necessidade de que qualquer reforma não poder ser feita contra eles. É também verdade que o Ministério faz um grande esforço por tomar algumas medidas que respondam a algumas expectativas dos representantes dos pais nas suas Associações.

Tal como no passado e entre muitos, lembro apenas o caso do Dec.lei 115/A-98, que deu representação aos pais nos órgãos da escola e nunca foi regulamentado, o que na prática sempre dificultou e muito essa participação e foi usado pelo então Ministério. No presente refiro apenas a nova proposta de gestão escolar, em que o Ministério pretende reforçar o número de pais no Conselho Geral, sem se saber bem como, pois as Associações têm noção que o mais importante é criarem-se condições para a sua real participação, quer a nível legislativo quer a nível da relação com os responsáveis das DREs e da resposta positiva e em tempo oportuno a muitos problemas que lhes são colocados.

Mas o certo é que este discurso serve de bombom para procurar neutralizar os pais, e em particular os seus representantes.
Penso que hoje em dia poucos serão os professores que colocam em causa a participação dos pais e da comunidade na vida regular das escolas e por isso parece-me fundamental a existência de um estreitamento de relações que permita lealdade e respeito pela parceria entre ambas as partes, para que mais facilmente possa ser entendido pelos pais o que está em causa na presente luta dos professores.

Esta relação poderá anular a postura, que alguns dirigentes do Movimento Associativo de Pais entendem ser apropriada, ao permitirem ser usados como defesas das políticas desenvolvidas.
Esta é uma matéria que actualmente divide os representantes dos pais, razão pela qual não se pode generalizar a ideia que as Associações de Pais estão a ser usadas pela Ministra.
No interior do Movimento Associativo de Pais, esta é uma matéria que esta a ser fortemente debatida e tal como sempre defendi, um mau pai não permite generalizar a todos os pais, como um mau professor não permite generalizar a todos os professores.

Mas também importa realçar que a defesa da escola pública é claramente indissociável ao papel da actual maioria das Associações de Pais, como foi reafirmado nas Assembleias Gerais da Confap, em Gondomar no dia 2 de Março e também da Ferlap, no dia 23 de Fevereiro.
Os pais pretendem de facto que o Ministério encontre resposta às questões dos professores, de forma a evitar que o desgaste e a desconfiança da classe docente, possa em algum momento reflectir-se no ensino. Sabemos que como em qualquer profissão, a motivação é essencial, por isso é urgente que esta equipa ministerial seja substituída, pois já deu mostras da incapacidade de consensualizar todas as partes no sistema educativo. Acima de tudo, em nome de todos os alunos"

Vitor Sarmento

Anónimo disse...

Gosto de imaginar que tenha sido escrita por algum antigo aluno /a meu:



"Obrigado Professores!
Não sou professor pelo que escrevo esta carta de forma livre e desprendida. Acompanho o problema do ensino e estas alterações desde o ano passado. Julgo que estas mudanças foram más e incompletas. Fizeram-se pelos motivos errados.
No entanto não escrevo este artigo por esse motivo, o que me leva a escrever estas palavras é a parte pior deste processo todo: o lado humano. Ao longo deste ano li os mais diversos comentários, ouvi debates e assisti à tremenda injustiça que muitos fizeram.
O que eu vi do lado de quem defendeu esta mudança (a contar com a ministra) foi um ataque ao sistema antigo e por conseguinte aos professores e às suas capacidades. Li, de uma forma triste devo adiantar, "esses" defensores da mudança a desqualificarem uma profissão (e as pessoas que a exercem) que é das mais dignas e uma das mais importantes para garantir um futuro mais risonho para Portugal.
Pior que isso, esse ataque caiu sobre a franja de professores que têm uma carreira mais longa e por isso está em breve reformado(a). É a pior forma de acabar uma carreira entregue ao Ensino e à causa pública. Este é o verdadeiro motivo que escrevo a estes professores.
Quero agradecer a todos eles por me permitirem ser quem sou hoje (não foram os únicos mas também contribuiram), por poder escrever estas linhas. Obrigado pelas horas incontáveis que despenderam a preparar as minhas aulas. Obrigado pela forma inventiva como muitas vezes deram as aulas e permitiram que eu aprendesse matérias interessantes. Obrigado por terem contribuido para o meu espiríto critico e para o meu futuro.
Quero que saibam que eu estou muito orgulhoso do vosso trabalho, da verdadeira revolução que operaram nos anos 70 e principalmente nos anos 80, permitindo, com o vosso brio e capacidade de esforço, que o ensino chegasse a todos e não fosse apenas acessível a uma franja diminuta da sociedade.
Ignorem quem quer branquear todo esse passado e todo esse trabalho. Julgo que não sou unico neste sentimento e espero que quando terminarem as vossas carreiras saibam que existem milhares de pessoas que como eu estão muito gratas pelo vosso trabalho.
A todos os professores
Meu ENORME AGRADECIMENTO!!!"

Anónimo disse...

O que eu acho giro é os sindicatos ameaçarem que processam os professores! Isto não é coacção, pois não?

Antonio-STR disse...

Não sei se este blog é só para prof's, no entanto não quero deixar de expressar a minha solidariedade com a luta dos professores contra todo um pacote político, e não só contra o projecto de avaliação. Por outro lado, e tenho falado com alguns colegas vossos, não posso deixar de registar alguma ingenuidade. è saudável, mas pode ser fatal para o movimento! Mesmo com 100.000 ou 200.000, a vitória não é um dado adquirido. É preciso continuar a lutar e a resistir, depopis deste pacote virão outros.
Infelizmente,tenho a experiência necessária para poder afirmar que depois de 8 de Março, começa o ciclo da traição!
Boa jornada!

Raquel disse...

Tenho acompanhado este blog há já algum tempo e acho estranho, nunca nenhum colega se referir à prova de ingresso na carreira docente. Não está só em causa, erradamente, questionar competências adquiridas ao longo do percurso universitário e estágio pedagógico mas também, questionar todos os professores que trabalham no ensino particular e cooperativo e aqueles que já "serviram" para o cargo quando foi preciso. Tal como todas as outras medidas que esta equipa ministerial impõe, e todos nós contestamos, também esta é ofensiva e desrespeitosa com os professores, com as suas famílias, com as Universidades (que nada dizem, porque também já não lhes interessa, afinal as propinas já estão pagas), com as escolas, estudantes e pais que já contaram com os "professorzecos", enfim com toda a sociedade. Medidas que servem para estatística não devemos aceitar. E para quem vai dizer que temos medo de ser avaliados ou testados, primeiro informem-se bem sobre as questões, leiam os decretos-lei e não se restrinjam apenas ao que os outros dizem. Caros colegas, a luta de uns é a luta de todos.

Anónimo disse...

Continuem, continuem para que todo o País possa confirmar aquilo de que já se suspeitava, a falta de nível a todos os títulos)dos professores que alinham (e só esses) nesta chuchadeira.
Com os elevados gastos na educação (em percentagem do PIB)e os péssimos resultados obtidos, querem que o desbarato prossiga.....um bocadinho, só um bocadinho, de bom senso não lhes ficava mal!