terça-feira, 18 de março de 2008

Professores têm razão, a ministra está chumbada



2 comentários:

Anónimo disse...

Casos de escolas que suspenderam os procedimentos de avaliação

Na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Carnaxide, foi-me dito que o processo está quase parado, nenhum professor está de acordo com ele e os contratados vão ser classificados pelo CE com critérios definidos pelo próprio CE. Dessa forma, nenhum contratado fica prejudicado.
Entretanto, estas movidas permitiram-me perceber um pouco de como se vive toda esta polémica por algumas escolas dispersas pelo país Por exemplo, numa escola de Olhão, um departamento opôs-se em bloco a este modelo de avaliação. Tomaram esta posição conjuntamente e não cedem ... seguem os bons exemplos claro (o Governo também não cede, por que terão os docentes de ceder?!). Numa outra escola, em São Brás de Alportel, o CE tinha tudo preparado para avançar, com aulas marcadas para assistir e tudo mais ... Pois, ao que me disseram tudo ficou suspenso pois um sindicato prontificou-se a comparecer na escola explicando que, caso avançassem, poderiam ter problemas pois estariam a ir contra a ordem de tribunal em suspender o processo avaliativo. Numa outra escola, em Campo Maior, instalou-se o conflito entre os titulares a os apenas professores ... Os primeiros queriam exigir as planificações de todas as aulas e essa exigência não foi bem aceite.

José Luiz Sarmento disse...

A ministra da educação nem sequer tem a noção dos seus deveres

Um ministro que responde a perguntas no Parlamento não está na posição de um superior que dá a um subordinado os esclarecimentos que entende. Está na posição de um subordinado que presta contas a quem tem legitimidade para lhas exigir.

Quando Maria de Lurdes Rodrigues respondeu a Ana Drago que "não tinha obrigação" de responder às perguntas feitas por esta nos termos em que tinham sido feitas, cometeu um delito de insubordinação que subverte a Constituição da República. Isto é pura e simplesmente inaceitável. Se passar sem punição é caso para termos vergonha do nosso Governo, do nosso Parlamento e do nosso País.